Saiba em quanto tempo é possível ter o retorno do investimento em cursos

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Você sabe em quanto tempo conseguirá recuperar o investimento que fez num curso que o ajudará profissionalmente? Esta é uma informação que poderá fazer toda a diferença na hora de decidir se vale a pena ou não fazer um desembolso para custear os estudos.

Uma forma de medir é calcular o tempo de retorno do investimento, ou seja, em que prazo você irá recuperar o dinheiro que gastou pagando o curso. Alvaro Dias, sócio da A,R & D Finanças Pessoais, empresa de planejamento financeiro pessoal, diz que é preciso estimar qual será seu ganho salarial depois de concluído os estudos. É, claro, uma estimativa, mas é importante tentar quantificar este retorno para saber até quanto poderá investir.

Dias fez uma planilha que considera o salário atual, a estimativa de salário futuro e o ganho da diferença entre os dois se aplicado a uma remuneração de 0,5% ao mês (retorno da poupança). Ou seja, em quanto tempo este aumento salarial pagará o investimento que foi feito no curso.

Faça você mesmo os seus cálculos acessando a planilha aqui.

Estudos mostram que o investimento em educação tem um impacto direto na renda do profissional (veja reportagem). Mas para evitar armadilhas é preciso planejar. E o planejamento começa fazendo um orçamento detalhado do custo total do curso desejado.

Há então dois caminhos a seguir: guardar dinheiro até alcançar sua meta, ou tomar um financiamento para custear essas despesas (veja vídeo da coluna).
Sim, a dívida pode ser uma alternativa, desde que você conheça sua capacidade de pagamento e se planeje, buscando custos mais baixos para o endividamento. Uma pergunta que é sempre interessante fazer para qualquer endividamento é: o que acontece se eu perder o emprego no meio do caminho? Consigo honrar os pagamentos por quanto tempo até encontrar um novo emprego?

Já se o caminho for guardar dinheiro, divida o custo total do curso pelo número de meses até quando será feito o desembolso. “Pague” então mensalmente esta quantia a você mesmo, fazendo uma aplicação conservadora , como poupança, fundos de renda fixa, títulos do tesouro ou CDBs, por exemplo.

Matéria do Jornal da Globo

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