O que fazer primeiro? O importante ou o urgente?

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A máxima “Não basta fazer certo a coisa, tem de fazer a coisa certa” nunca foi tão verdadeira como na atualidade. E não porque os conceitos de eficiência (fazer certo a coisa) e eficácia (fazer a coisa certa) tenham sido, de repente, recuperados e considerados essenciais. E sim porque nunca antes tivemos tantas atividades para fazer.

Nas empresas, há pelo menos três motivos para que essa realidade tenha se instalado. Primeiro, porque as equipes estão ficando gradativamente menores. Não é incomum que se diga que, antes, a equipe tinha quatro componentes, e agora são só três para fazer o trabalho de cinco. A necessidade de reduzir custos e a indisponibilidade de pessoas qualificadas estão por trás dessa dura realidade.

O segundo motivo é o surgimento natural da cultura de multifuncionalidade, que tomou conta do mundo corporativo na virada do século. Hoje não basta que você seja muito bom em sua área — precisa ser múlti.

Todos na empresa são vendedores, diz o marketing. É preciso que cada um cuide dos custos, afirma o financeiro. Esperamos sugestões e contribuições para melhorar a qualidade, informa a produção. Cada chefe é um gestor de pessoas, prega o RH. E todos têm razão.

E, para coroar, o terceiro motivo é de ordem geral, ou global. O mundo em que vivemos tem como principais características a velocidade das mudanças, a imprevisibilidade e a incerteza.

Os conceitos de urgência e importância precisam ser respeitados como nunca, o que exige, acima de tudo, tranquilidade e lucidez. Em termos de carreira, essas duas qualidades pessoais talvez estejam entre as poucas vantagens competitivas permanentes.

Matéria do site Exame. Para ler a notícia na íntegra, clique aqui

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